[Hellen] Desenvolvimento do projeto

O que foi feito até agora no meu projeto com 3 orientações foram duas plantas e um volume, o estilo do layout já está sendo pensado. Mas pretendo definir uma planta antes de partir para essa parte.

planta 1

Esta é a primeira planta desenvolvida que foi repensada após orientação, foi pedido principalmente que sua articulação de espaços e interação com a mata do terreno fosse melhorada.

Planta

Então de acordo com o que foi pedido se foi feita essa planta baixa que também precisa ser melhorada, na articulação dos espaços, melhor definição do que é público e do que é privado e mais articulação com o meio externo ao edifício.

Volume

volume2

Esse foi o estudo de volume que desenvolvi não me agradou muito, fiz ele mais para desenvolver novas ideias para o projeto.

[Letícia Vidal] Repertório Arquitetônico

A busca por repertório arquitetônico iniciou por meio de uma busca de diferentes tipos de ambientes a fim de ampliar a percepção dos elementos que a arquitetura engloba, como, por exemplo, as qualidades espaciais. Tais ambientes pesquisados foram instalações, pavilhão, centro para jovens, centro de visitantes, centro cultural, campus, espaço público, estrutura e instalações, stand, loja e sala de aula. Dentre as referências encontradas destacaram-se, em primeiro plano, três. São elas:

Conhecida por seus projetos de urbanismo e espaços público, Medellín, vencedora de prêmio de cidade inovação, traz obras interessantes como o “Orquideograma del Jardín Botánico de Medellín”. Essa obra se torna interessante pela sua forma orgânica e o modo como se utiliza a madeira.

Projeto do escritório paulistano Piratininga, a Galeria Luciana Brito se destaca pela simplicidade e harmonia, o contato do exterior e interior que ocorre pela vegetação, a parede e o telhado semi abertos.

Projeto de Vo Trong Nghia Architetcts, “a lanterna” traz um interessante uso de blocos de madeira semi abertos trabalhados que constituem uma parede, que deixa-se de ser uma barreira fechada e tende-se a deixar levemente gradação dos ambientes.

 

Outras obras, mantidas em segundo plano, que demonstraram alguns interessantes elementos foram:

– Pavilhão Una – Apiacás Arquitetos
– Pavilhão de Reflexos – Studio Tom Emerson
– Zeimuls, Centro de Serviços Criativos da Letônia Oriental – SAALS Architecture
– Espaço público Tapis Rouge (Haiti) – Emergent Vernacular Architecture
– Banco de neve – Atelier Pierre Thibault
– St. Johannesplan & Praça Konsthall – White
– Nautilus – TEN + NCO City Creative Network
– Novo Jardim Permanente – Gabriel Orozco

[Letícia Nunes] Desenvolvimento do Projeto

O projeto que está em fase de concepção encontra-se no momento em modelos de estudo no sketchup. A ideia é que por meio de espaços mais abertos e permeáveis, os pavimentos se comuniquem entre si e comuniquem com o exterior, convidando os usuários do campus a entrarem e se apropriarem do local. O Centro Livre de Artes contará, em nível térreo, com dois vestiários que possam atender tanto os usuários da sala de experimentação quanto os que vem de fora (que desejam somente entrar para ir ao banheiro, por exemplo). Ainda no térreo, encontrará-se uma sala de apoio para os equipamentos e um local para marcação de uso da sala. É desejado que haja uma comunicação da edificação com a pracinha e o teatro arena, que serão localizados ao ar livre. Os acessos estão sendo pensados de modo a criar máxima acessibilidade além de serem convidativos, logo, no primeiro pavimento, que possui um acesso pelo nível da rua, uma galeria (possivelmente de vidro) se abrirá, tomando todo o espaço quando aberta e que não impede o uso do espaço restante quando fechada. No segundo pavimento, encontra-se a sala de experimentação (dança, teatro, performance) tendo acesso por escadas internas e externas.

 Obs: Os tubos brancos no modelo do sketchup são árvores.

[Ana Letícia] Mercadeco

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“Mercadeco” é o nome do projeto de um pequeno mercado no campus Pampulha da UFMG. Uma de suas propostas é contar com a agricultura familiar e priorizar a venda de produtos da comunidade acadêmica da universidade, principalmente dos estudantes. Contará também com pequenos serviços como caixas bancários e uma pequena área externa destinada à permanência, posto que em suas proximidades está localizado um ponto de ônibus onde não há nada além do meio-fio que sirva de assento e poucas árvores suficientemente próximas que gerem alguma sombra razoável, o que torna-se bastante necessário, considerando que à frete do ponto está o Restaurante Universitário I fazendo com que um dos horários de maior espera por ônibus seja próximo ao almoço, quando o sol é extremamente forte.
A demanda surgiu dentre algumas entrevistas realizadas. Como estudantes de uma faculdade federal, é considerável o número de pessoas passa grande parte do dia dentro do campus, o que dificulta o acesso a seviços necessários fora e até mesmo dentro da universidade. Outro ponto considerável apontado pelo diretor da EA, Maurício Campomori, foi a falta de diálogo entre a cidade e a universidade. Um dos possíveis artifícios para tornar tais limites mais tênues é a oferta de serviços dentro do campus, o que, de certa forma, atrairia pessoas até lá. Outra questão importante é a concentração dos seviços prestados na universidade em um único local, a Praça de Serviços que, pela grande extensão do campus, é demasiadamente longe para pessoas que têm suas atividades em prédios nas “franjas” do campus, o que implica na saída da UFMG para a utilização de serviços externos que estão mais próximos. Ademais, a partir de certa observação dos arredores do terreno, nota-se a demanda por instalações minimamente apropriadas para a permanência das pessoas quando aguardam o transporte público.

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O terreno do projeto é o mesmo destinado à construção da Escola de Arquitetura quando se der a sua transferência para o campus. Em seus arredores estão o R.U. I, o IGC, a FACE, a FAFICH e a Escola de Engenharia. Dentro do terreno, a edificação será possivelmente instalada dentro da área demarcada, por ser notadamente assim, mais apropriada para a instalação de serviços rápidos, como seria um pequeno mercado. Ainda assim, com certo recuo da calçada, causando pouca ou nenhuma interferência no transito de pedestres e ciclistas.

[Luara] Desenvolvendo o projeto

A partir das minhas ideias iniciais passei a desenvolver soluções em plantas e croquis com o auxílio de layouts que me desse uma proporção de escala de coisas mais específicas que me dariam uma noção melhor de espaço para alguns usos, tendo em mente ainda a importância da flexibilidade destes. Ainda com dificuldade de articular os espaços e a relação do projeto com o terreno, fiz a modelagem no Archicad e alguns perfis que me deram a percepção que a sua declividade em alguns pontos era interessante para ser pensado com alguns elementos que eu encontrei buscando as soluções (irregularidades, degraus de escada como local de apropriação e convivência)
OBS: As plantas estão com contornos rígidos aparentemente, mas foi por uma questão de saber melhor em escala de quanto espaço precisaria. Desenvolvendo e espacializando em softwares, etc eu quero maior flexibilidade de formas.
1.Planta primeiro pavimento
planta
*Elevador para cadeirante ao lado da arquibancada
*Ideia de expandir mais a galeria de forma que ela interaja mais com o hall
*Estrutura em pilotis que oferece maior abertura e sombra
*Presença de pé direito duplo que possibilita a visão do primeiro pavimento pelo segundo e vice-versa
2.Esquema de visão da arquibancada (patamar maior que flexibiliza usos, como uma apresentação musical, por exemplo)
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3.Planta segundo pavimento
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O segundo andar tem uma gradação visível no sentido que possui mais ambientes voltados à extensão, por exemplo: as salas de aula (Formações Tranversais) com uma parede flexível no meio para aderir às demandas de maior número de pessoas em uma turma em um determinado momento; uma sala mais “formal” para reuniões e elaboração de projetos; espaços de passagem com elementos de permanência e irregularidades.
Na entrada pelo corredor sentido oeste no segundo pavimento, pretendo integrar uma rampa que parte de sua declividade.
4.Esquema simplificado de implantação no terreno, visão oeste
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Corte oeste no Archicad
corte oeste
5.Modelagem do terreno em 3D e a curva de nível da qual parte a implantação do projeto (815)
nível 815