[Flávia] Centro Comercial de Hortifrutti

Primeira fase do projeto:

 

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[Iael] Espaço de Convivência Acadêmico – Referências

Uso da declividade do terreno

Procurei referências que demonstrassem um uso “prático” da declividade, utilizando o próprio edifício como maneira de locomoção entre os desníveis, em detrimento de uma construção que somente se aproveitasse da declividade com um critério mais estético ou de pura elevação.

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clube campestre
Clube Campestre
merate piazza
Merate Piazza

 

Referência para Anfiteatro

Procurei referências que demonstrassem uma interação com o ambiente, e ainda criassem um espaço chamativo e aconchegante, que também incentivasse interações sociais.

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Referência para interação exterior/interior

Procurei referências que demonstrassem que o lado exterior do prédio também faz parte do projeto, ou que demonstrassem uma interessante relação com o ambiente já existente.

parque los angeles
Proposta de Parque em Los Angeles
mmass
Centro de Convivência e Residência para idosos
hidden locker rooms
Hidden Locker Rooms

 

Referências para o interior

Procurei espaços relativamente pequenos, porém aconchegantes, que fizessem bom uso do espaço disponível, e que possuíssem irregularidades que pudessem ser livremente utilizadas.

campus hong kong
Campus Hong Kong
home for children
Home for children
SIMPLI DESIGN
Factory business center

[Iael] Espaço de Convivência Acadêmico

Algo que se repetiu, tanto nas entrevistas quanto na conversa com o Maurício, foi a necessidade de um espaço para interação entre os alunos de diversos cursos. Essa necessidade também pode ser relacionada à demanda que surgiu de existir um espaço para os alunos permanecerem entre uma aula e outra.

Levando em consideração a localização do terreno, atender essas demandas seria uma das melhores opções, visto sua proximidade ao Restaurante Setorial I, o que proveria aos alunos um local de descanso aonde se dirigir logo após o almoço.

Assim, parece pertinente incluir ao local também um vestiário, uma cozinha simples e um espaço que poderia ser utilizado tanto para apresentações teatrais, quanto para festas, demandas também apresentadas nas entrevistas.terreno inteiro

[Letícia Nunes] Centro Livre de Artes

Após a análise das demandas por meio de entrevistas, constatei uma carência de espaços para as áreas artísticas dentro da faculdade. Decidi então projetar um centro cultural, por acreditar que o acesso e a produção da arte devem ser os mais horizontais possíveis. O local deve contar com uma Galeria de Exposição para que os artistas possam exibir suas obras sem grandes burocracias (respeitando a ideia de bom uso do espaço), salas de aulas práticas que permitam a experimentação artística e a criação, além de salas para reuniões e espaços que permitam a troca de conhecimentos dentro das diferentes áreas. O ideal seria a criação de um centro de apoio para os estudantes, gerido por eles e para eles, um local onde se possa trabalhar, desenvolver projetos, fazer reuniões, descansar, cozinhar, criar eventos/vivências/workshops, etc. De tal modo, uma horta coletiva, cozinha comum e banheiros também estão inclusos no projeto inicial.

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[Ivana] Espaço e cultivo comunitário Cebola Rancheira

Trata-se de um centro de produção e cultivo de plantas comestíveis integrado a um mercado comum e à uma cozinha comunitária, sendo todos os ambientes geridos pela própria comunidade da UFMG e arredores. Para a escolha dessa tipologia de construção, levou-se em conta os seguintes critérios:

– Hortas/jardins geralmente são espaços dinâmicos, podendo ser voltados inclusive para aprendizado (nesse caso sobre agricultura doméstica/orgânica, sustentabilidade, etc.);

– Promove um engajamento da comunidade com a natureza;

– Incentiva os usuários a adotarem hábitos saudáveis;

– Amplia o caráter sustentável da universidade;

– Promove preservação ambiental;

– Com a autogestão local, há uma manutenção/preservação mais efetiva e duradoura do espaço comum;

– Cria um ambiente amigável e aberto a interações entre as pessoas;

–  Auxilia os alunos/usuários que precisam vender algo para sua subsistência.

A localização dessa estrutura no terreno foi escolhida de forma a englobar uma árvore que se encontra aproximadamente na porção central do lote. Dessa forma, a estrutura também deverá se estabelecer na área descrita, como se pode ver na figura abaixo:

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[Francielli] Espaço de Convivência Universitário

O objetivo do espaço foi escolhido de acordo com o potencial de eventos
e passagem de alunos pelo terreno, além da demanda destes sobre a
necessidade de um espaço de convivência no campus. Localizado perto da
faculdade de filosofia e ciências humanas, instituto de geociências e
restaurante universitário, o terreno já possui um potencial de fluxo de pessoas,
além de também ser conhecido por apresentar eventos, como,
Natora. Com
isso, foi proposto um espaço que ampliasse esse potencial de passagem e
convivência, mas que também pudesse ser atrativo à permanência e conforto
das pessoas.
A área planejada para se fazer o projeto foi em um local mais plano, mas
também pegando parte da declividade e vegetação, dessa forma tendo o
objetivo de integrar os dois espaços de modo que ambos sejam usados pelos
frequentadores do local. O objetivo do projeto é fazer uma área em que as
pessoas pudessem permanecer, circular e realizar eventos no edifício, mas de
forma a ampliar os seus usos para fora do mesmo, assim não limitando o
potencial do terreno e tornando o edifício mais atrativo e acessível. Além disso,
uma das ideias do edifício é de haver espaços para o comércio e cozinha
autogeridos com produtos feitos por alunos e demais estruturas, como
vestiários, espaços com mesas de jogos, música, redes, sofás e internet.

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Espaço escolhido para a implantação do projeto

[Gabriela] Espaço de Descanso e Convivência

O projeto ESPAÇO MOGLI pretende agregar, em seus 200m², ambientes que promovam uma convivência maior entre alunos, professores e funcionários da Universidade. Contendo uma cozinha de funcionamento independente e coletivo, uma área com redes e espaços de descanso, e um terraço com horta e jardim, a ideia é a de um lugar autogerido e controlado pelos próprios usuários, que serão instigados, além de permanecer na construção, a contribuírem para sua gestão. O jardim no terraço propõe uma ligação mais direta com a natureza, sendo esta aumentada pela vista da mata no restante do terreno. A horta, cuidada pelos próprios alunos, teria como objetivo contribuir para atividades na cozinha comum. Por fim, no primeiro piso, redes serviriam para descanso, sossego ou espaço de leitura também dos usuários.

Terreno