[Iael] Espaço de Convivência Acadêmico – Referências

Uso da declividade do terreno

Procurei referências que demonstrassem um uso “prático” da declividade, utilizando o próprio edifício como maneira de locomoção entre os desníveis, em detrimento de uma construção que somente se aproveitasse da declividade com um critério mais estético ou de pura elevação.

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clube campestre
Clube Campestre
merate piazza
Merate Piazza

 

Referência para Anfiteatro

Procurei referências que demonstrassem uma interação com o ambiente, e ainda criassem um espaço chamativo e aconchegante, que também incentivasse interações sociais.

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Referência para interação exterior/interior

Procurei referências que demonstrassem que o lado exterior do prédio também faz parte do projeto, ou que demonstrassem uma interessante relação com o ambiente já existente.

parque los angeles
Proposta de Parque em Los Angeles
mmass
Centro de Convivência e Residência para idosos
hidden locker rooms
Hidden Locker Rooms

 

Referências para o interior

Procurei espaços relativamente pequenos, porém aconchegantes, que fizessem bom uso do espaço disponível, e que possuíssem irregularidades que pudessem ser livremente utilizadas.

campus hong kong
Campus Hong Kong
home for children
Home for children
SIMPLI DESIGN
Factory business center
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[Luan] Território de integração

 A partir de uma breve pesquisa com a comunidade da UFMG foram identificadas algumas necessidades recorrentes demonstradas pelos entrevistados. Dentre as mais latentes, a carência de um espaço de integração, convivência e articulação para as pessoas que frequentam o campus. Desse apontamento, parte a proposta da criação de um espaço amplo e integrado que ofereça pontos de apoio e lazer à comunidade presente na universidade. Orientado pelo parâmetro de parques e praças, a proposta é a concepção de um espaço que integre pontos funcionais (como oficina de bicicleta, sanitários e bebedouros) a zonas de ocupação, ou seja, espaços apetecíveis ao encontro, ao diálogo e até mesmo ao repouso e relaxamento.

Inicialmente é planejada a implementação do projeto na área apontada no mapa, entretanto sua alteração e ampliação se mostra como medida necessária e possível para a elaboração de um espaço que atenda às proposições. campus prj.png

Ate o momento, é tomado como principal referência à Universidade Nacional de Artes de Cuba (1) e o Parque Guëll (2), em Barcelona.

(1)
ENA.jpg

(2)
PG.jpg

[Hebert] Ponto de Observação Celeste

ô          Após algumas entrevistas com alunos da UFMG a respeito do terreno que sediará a Escola de Arquitetura, pude levantar algumas demandas da microrregião que encaminharam-me à escolha da proposta. A maior necessidade apresentada foi a de um espaço de convivência, seguido por áreas para estudar, contudo as entrevistas mostraram, também, a demanda por preservar algumas características existentes no local: deveria ser mantida a paisagem arbórea e a particularidade do terreno de abrigar práticas coletivas (ex: Na Tora; recepção de calouros). Além disso, espaços para relaxar e uma configuração do objeto arquitetônico que proporcionasse maior contato com a natureza foram duas outras requisições.

         O terreno apresenta algumas características de cunho físico e de uso que foram importantes para a decisão do projeto. A área de maior altimetria, próxima ao Restaurante Universitário, proporciona uma interessante visão do Mineirão e do Edifício da Reitoria, além de possibilitar a visão para o oeste, consequentemente, para o pôr do sol (através de uma conversa com uma pedagoga formada na FAE, inclusive, fui informado de que era comum pessoas frequentarem o local a fim de ver o sol se pondo). A presença de pessoas na região varia consideravelmente, apresentando um maior pico durante os horários das principais refeições do dia: café da manhã, almoço e jantar. Em contra partida, após a janta ser servida, o número de pessoas que circulam ali se reduz drasticamente, principalmente pela ausência de atividades no entorno naquele período e pela carência de iluminação.

          Sendo assim, o POC seria um espaço coletivo de observação do céu e horizonte, de estudos autogeridos pela manhã e tarde (exceto em ocasiões específicas, como fenômenos que ocorram pelo dia) e com orientação no período noturno por detentores de saberes do céu e dos astros, que basicamente lecionariam à comunidade e debateriam sobre o universo. A escolha pela atividade ocorreu devido ela possuir um grande potencial agregador de pessoas, motivar o contato do participante com a natureza, além de ser uma prática de caráter noturno, que viabilizaria a movimentação de pessoas na região, em um intervalo de tempo em que o local se encontra ermo. O Ponto ofereceria espaços para convivência, com vista de 360º do campus, e áreas para que alunos desenvolvessem seus estudos em contato mais direto com a natureza. Além disso, existiriam espaços específicos para relaxar e dormir, que à noite tornariam-se, também, acomodações para observar o céu. Possibilitando, dessa forma, um uso rotativo  e atendendo às necessidades apontadas.

TERRENO
Área escolhida para desenvolver o projeto.