[Iael] Espaço de Convivência Acadêmico – Referências

Uso da declividade do terreno

Procurei referências que demonstrassem um uso “prático” da declividade, utilizando o próprio edifício como maneira de locomoção entre os desníveis, em detrimento de uma construção que somente se aproveitasse da declividade com um critério mais estético ou de pura elevação.

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clube campestre
Clube Campestre
merate piazza
Merate Piazza

 

Referência para Anfiteatro

Procurei referências que demonstrassem uma interação com o ambiente, e ainda criassem um espaço chamativo e aconchegante, que também incentivasse interações sociais.

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Referência para interação exterior/interior

Procurei referências que demonstrassem que o lado exterior do prédio também faz parte do projeto, ou que demonstrassem uma interessante relação com o ambiente já existente.

parque los angeles
Proposta de Parque em Los Angeles
mmass
Centro de Convivência e Residência para idosos
hidden locker rooms
Hidden Locker Rooms

 

Referências para o interior

Procurei espaços relativamente pequenos, porém aconchegantes, que fizessem bom uso do espaço disponível, e que possuíssem irregularidades que pudessem ser livremente utilizadas.

campus hong kong
Campus Hong Kong
home for children
Home for children
SIMPLI DESIGN
Factory business center
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[Letícia Dumont] CAE- Centro de Auxílio ao Estudante

A partir de entrevistas feitas com estudantes e funcionários do campus,
questionando-os sobre suas necessidades e opiniões sobre o local, surgiram
algumas sugestões como a criação de espaços de exposição de arte, festas,
laboratórios para cursos, e críticas sobre a falta de mapas e informações, de
espaços para estudo fora das salas e a infraestrutura de alguns banheiros.
Entretanto, a principal demanda relatada foi a falta de um espaço de
convivência e socialização entre os estudantes dos diversos cursos da
faculdade, e não separados em seus respectivos prédios.

Nesse sentido, analisando os dados coletados, optei em criar um Centro de
auxílio aos estudantes, sendo esse um edifício que abrigaria algumas
necessidades requisitadas pelos alunos, como por exemplo uma sala de
estudos e outra de descanso, vestiários, enfermaria e, principalmente, um espaço
de convivência que permitiria a socialização dos estudantes de todos os
cursos, sendo esse beneficiado também pelo fato de o terreno estar localizado
perto de um dos restaurante universitários, o que atrai alunos e funcionários de todas as áreas e prédios para o local.

Dessa forma, os indivíduos que frequentam o campus poderiam usufruir de algumas necessidades que ainda faltam no local, sem receio ou timidez de entrar em edifícios de outros cursos, mas sim criando novos laços de amizades e socialização entre todos os estudantes e funcionários.

Localização no terreno:

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[Iael] Espaço de Convivência Acadêmico

Algo que se repetiu, tanto nas entrevistas quanto na conversa com o Maurício, foi a necessidade de um espaço para interação entre os alunos de diversos cursos. Essa necessidade também pode ser relacionada à demanda que surgiu de existir um espaço para os alunos permanecerem entre uma aula e outra.

Levando em consideração a localização do terreno, atender essas demandas seria uma das melhores opções, visto sua proximidade ao Restaurante Setorial I, o que proveria aos alunos um local de descanso aonde se dirigir logo após o almoço.

Assim, parece pertinente incluir ao local também um vestiário, uma cozinha simples e um espaço que poderia ser utilizado tanto para apresentações teatrais, quanto para festas, demandas também apresentadas nas entrevistas.terreno inteiro

[Laís] Centro de Atividades Extra-Acadêmicas

Pontuado por grande parte dos estudantes da UFMG Pampulha a quantidade de tempo ocioso que se passa no campus nos horários entre aulas, e a falta de um local apropriado para passar esse tempo, este projeto tem como proposta a criação de um espaço que atenda aos estudantes de forma geral, mas principalmente aos que permanecem mais tempo no campus. Desta forma, a intenção é proporcionar um ambiente apropriado para descanso, vestiário e lazer.
Partindo ainda da lógica de um espaço para os estudantes, e seguindo outra observação, que é o fato de muitos trabalhos produzidos no campus serem expostos apenas nas unidades onde são feitos, associa-se à tal ideia um ambiente paralelo para apresentação e exposição de trabalhos com o intuito de dar visibilidade às produções dos alunos também fora de suas unidades.
Por ser um espaço gerido pelos próprios estudantes, a ideia é que seja um ambiente polivalente para demais atividades de interesse dessa categoria e que caibam em tal contexto.

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[Juliana] Espaço de convivência e integração de alunos

 Segundo as entrevistas feitas, foi constatado que faltam espaços mais acolhedores que permitam a convivência e a socialização entre as pessoas, pois os que já existem, como a praça de serviços, por exemplo, não são muito convidativos. Então a ideia é ser um pátio que sirva como um local de descanso, convivência e socialização, além de possíveis confraternizações.  Dentro do prédio haverá também pátios externos com gramado, quiosques e mesas.

Outro ponto levantado foi a falta de interação entre pessoas de cursos diferentes, então será também um espaço em que os alunos possam expor seus trabalhos e realizar apresentações à vontade, de modo que todos os cursos possam conhecer um pouco mais dos outros.

O local foi escolhido por ser mais próximo ao restaurante universitário, e mesmo sendo em uma área mais inclinada, não é tão acentuada. Também foi escolhido para que não fosse necessário o desmatamento da mata que possui ali.

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[Hebert] Ponto de Observação Celeste

ô          Após algumas entrevistas com alunos da UFMG a respeito do terreno que sediará a Escola de Arquitetura, pude levantar algumas demandas da microrregião que encaminharam-me à escolha da proposta. A maior necessidade apresentada foi a de um espaço de convivência, seguido por áreas para estudar, contudo as entrevistas mostraram, também, a demanda por preservar algumas características existentes no local: deveria ser mantida a paisagem arbórea e a particularidade do terreno de abrigar práticas coletivas (ex: Na Tora; recepção de calouros). Além disso, espaços para relaxar e uma configuração do objeto arquitetônico que proporcionasse maior contato com a natureza foram duas outras requisições.

         O terreno apresenta algumas características de cunho físico e de uso que foram importantes para a decisão do projeto. A área de maior altimetria, próxima ao Restaurante Universitário, proporciona uma interessante visão do Mineirão e do Edifício da Reitoria, além de possibilitar a visão para o oeste, consequentemente, para o pôr do sol (através de uma conversa com uma pedagoga formada na FAE, inclusive, fui informado de que era comum pessoas frequentarem o local a fim de ver o sol se pondo). A presença de pessoas na região varia consideravelmente, apresentando um maior pico durante os horários das principais refeições do dia: café da manhã, almoço e jantar. Em contra partida, após a janta ser servida, o número de pessoas que circulam ali se reduz drasticamente, principalmente pela ausência de atividades no entorno naquele período e pela carência de iluminação.

          Sendo assim, o POC seria um espaço coletivo de observação do céu e horizonte, de estudos autogeridos pela manhã e tarde (exceto em ocasiões específicas, como fenômenos que ocorram pelo dia) e com orientação no período noturno por detentores de saberes do céu e dos astros, que basicamente lecionariam à comunidade e debateriam sobre o universo. A escolha pela atividade ocorreu devido ela possuir um grande potencial agregador de pessoas, motivar o contato do participante com a natureza, além de ser uma prática de caráter noturno, que viabilizaria a movimentação de pessoas na região, em um intervalo de tempo em que o local se encontra ermo. O Ponto ofereceria espaços para convivência, com vista de 360º do campus, e áreas para que alunos desenvolvessem seus estudos em contato mais direto com a natureza. Além disso, existiriam espaços específicos para relaxar e dormir, que à noite tornariam-se, também, acomodações para observar o céu. Possibilitando, dessa forma, um uso rotativo  e atendendo às necessidades apontadas.

TERRENO
Área escolhida para desenvolver o projeto.